Baixa burocracia do Super Simples amplia a receita | |
(Fonte: DCI-SP - http://www.4mail.com.br/Artigo/Display/023763112737116) Os regimes tributários reduzidos e descomplicados do Super Simples e do Microempreendedor Individual (MEI) completaram, em 1º de julho, seis e três anos de vigência, respectivamente, com bons resultados para comemorar. Nesse período, esses regimes diminuíram tributos, fizeram aumentar a arrecadação de municípios, de estados e da União e contribuíram para o maior processo de formalização de pequenos negócios no Brasil. Super Simples ajudou, mas é preciso inovar para ter sucesso Apesar de a carga tributária e da burocracia do Brasil dificultarem que as empresas prosperem ainda mais, esses obstáculos não freiam a saga crescente dos empreendedores, que arregaçam as mangas e põem a mão na massa para transformar seus sonhos em realidade. Eles reconhecem que o Super Simples ajudou a destravar a condução dos negócios, principalmente no que se refere ao tempo desperdiçado para ajeitar a papelada ao pagamento de tributos. | |
Uma reflexão sobre os diversos temas relacionados a gestão financeira das sociedades empresárias, famílias e afins.
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
Comentário sobre matéria publicada no DCI-SP
Na reportagem do DCI-SP, reproduzida abaixo, a simplificação dos sistemas tributários com a criação do Super Simples e do Micro Empreendedor Individual (MEI), não só aumentou a arrecadação em todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal), como também acresceu renda aos trabalhadores de micro e pequenas empresas, como informa a reportagem, contribuindo muito também par a redução da informalidade.
Faltou à reportagem mencionar (talvez por falta de estatísticas), que os novos regimes tributários contribuíram para reduzir também a corrupção. Certamente, pela sua forma simplificada e de fácil compreensão com margem reduzida de erros e por consequência difícil aliciamento quer por parte de empresários, quer por parte de fiscais.
Quem ganha com isso é a sociedade em melhores serviços públicos. E por quê não dizer menores impostos?
A quem interessa '2,6 mil horas de trabalho por ano para o pagamento de tributos'? DUAS MIL E SEISCENTAS HORAS! Essa é uma pergunta para cada um de nós refletirmos...
Mas o que fica muito claro é que: se a sociedade ganha com a simplificação da tributação, é a mesma sociedade que PERDE, e muito, com a burocracia.
O que eu e você estamos fazendo para mudar esse cenário? O que os candidatos em quem votamos em 2012 e 2010 pensam a respeito desse assunto? Quando eles e outros vierem em 2014, pergunte: o que eles fizeram e estão fazendo para mudar essa história?
Dedique um pouco de tempo para ler a reportagem a seguir. Se fizer sentido a você, encaminhe a outras pessoas que se preocupam ou podem se interessar pelo tema. Se você for empresário e contribui para alguma associação de classe (FIESP, CIESP, ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS, SINDICATOS, etc.) reitere a sua indignação!
É hora de unir esforços e pressionar o Congresso.
Flavio O. Santiago
http://santiagocontroller.blogspot.com.br/
terça-feira, 4 de junho de 2013
Isenção da COFINS sobre ganhos com variação cambial
É notória a ganância arrecadadora do fisco brasileiro nas mais diversas instâncias de governo. A criatividade nesse campo é ilimitada.
Se tal criatividade fosse utilizada, por exemplo, na aplicação responsável e competente dos altos impostos que já pagamos, de tal forma a promover a justiça e a inclusão social, a promover a educação e a integração dos nossos jovens ao mercado de trabalho e assegurar aos trabalhadores a dignidade inclusive na sua aposentadoria, estaríamos, sem dúvidas, no melhor país do mundo para se viver.
Oxalá que os nossos políticos e gestores tributários sejam despertados para esses propósitos. Mas o que ainda levam as pessoas a buscarem essas carreiras são os benefícios que elas podem obter em tais posições e apenas uns poucos estão preocupados em oferecer sua contribuição à promoção da justiça e bem estar social. Infelizmente.
Diante disso, é para comemorar a decisão do STF em isentar da Cofins o contribuinte que auferir ganho de variação cambial (veja mais: http://www.4mail.com.br/Artigo/Display/022560104776126 ).
E enquanto a nós contribuintes, vamos precionar os agentes públicos (políticos e gestores tributários) a utilizar melhor os recursos que sacrificamos em prol desse desejado e muitas vezes utópico bem estar social.
Flavio Santiago
Consultor Financeiro e Controller
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